| Princípios nos Negócios 7 de junho Domingo |
Se um homem de recursos possui absoluta integridade, ama e teme a Deus, pode ser um benfeitor aos pobres. Pode ajudá-los, sem ganhar juro algum [com o dinheiro que empresta] daquilo que pode ser misericordiosamente cobrado. Desse modo, sem nenhuma perda para si mesmo, o próximo desafortunado é grandemente beneficiado, pois é salvo das mãos do desonesto. Os princípios da regra áurea não devem ser perdidos de vista em momento algum em toda transação comercial. [...] Deus jamais planejou que uma pessoa afligisse a outra. Ele zelosamente guarda os direitos de Seus filhos, e nos livros do Céu grande perda é escrita ao lado do negociante injusto. Nas Escrituras Sagradas acusações terríveis são pronunciadas contra o pecado da avareza. “Nenhum [...] avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus” (Ef 5:5). O salmista diz: “O perverso se gloria da cobiça de sua alma, o avarento maldiz o Senhor e blasfema contra Ele” (Sl 10:3). Paulo classifica os avarentos com idólatras, adúlteros, ladrões, bêbados, maldizentes e roubadores, nenhum dos quais herdarão o reino de Deus. Esses são os frutos de uma árvore corrompida, e Deus é desonrado por eles. Não devemos fazer dos costumes e máximas do mundo o nosso critério. Reformas devem acontecer; toda injustiça deve ser banida. Somos ordenados a “examinar as Escrituras”. Toda a Palavra de Deus é a nossa regra de ação. Devemos executar seus princípios em nossa vida diária; não há marca mais certa de cristianismo do que esta. Devemos executar os grandes princípios de justiça e misericórdia em nossas relações uns com os outros. Devemos cultivar diariamente as qualidades que nos moldarão para a sociedade do Céu. Se assim o fizermos, Deus Se torna a nossa segurança, e promete abençoar tudo a que nos dedicarmos, e “jamais seremos abalados” (ST, 7/2/1884). |
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