Esforços Contra o Pecado |
Muitos esforços espasmódicos de reforma são feitos, mas os que fazem esses esforços não crucificam o eu. Não se entregam completamente às mãos de Cristo, buscando o poder divino para fazer Sua vontade. Não estão dispostos a ser moldados segundo a semelhança divina. De um modo geral reconhecem suas imperfeições, mas não abandonam os pecados particulares. “Temos feito coisas que não devíamos”, dizem, “e temos deixado de fazer as coisas que devíamos ter feito.” Mas seus atos de egoísmo, tão ofensivos a Deus, não são vistos à luz de Sua lei. Plena contrição não é expressa pelas vitórias que o eu tem conseguido. O inimigo concorda que esses esforços espasmódicos sejam feitos, pois os que assim fazem não se comprometem em decidida luta contra o mal. Um emplastro suavizante, por assim dizer, é colocado sobre sua mente, e em auto-suficiência decidem começar novamente a fazer a vontade de Deus. Mas uma convicção geral do pecado não reforma. Podemos ter um vago e desagradável senso de imperfeição, mas isto em nada nos beneficiará, a menos que façamos um firme esforço para obter a vitória sobre o pecado. Se desejarmos cooperar com Cristo para vencer assim como Ele venceu, devemos, em Seu poder, resistir com determinação ao eu e ao egoísmo (ST, 11/3/1897). |
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